Segunda feira, 05 de junho de 2017

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O autor desta obra diz: “São Francisco, quando eu escrevi as páginas deste livro, e mesmo agora, tantos anos depois, é para mim o homem que caminhou através da porta estreita de sua cidade, deixando para trás posses, mãe, pai, amigos e parentes, e começou a viver no meio de leprosos uma vida livre e desprendida que transformou o pântano fétido abaixo de Assis em um novo Éden, um paraíso de amor cristão. Esta imagem tem permanecido comigo, e esta imagem fez deste livro para mim uma alegria em escrevê-lo. (…).

Hoje, quando você caminha pelo interior da Úmbria, a paz de São Francisco infiltra na sua alma, e você começa novamente a acreditar que a perfeita alegria é possível, mesmo para homens e mulheres modernos, nos mesmos termos em que São Francisco a conquistou.  A maior parte consideraria esses termos muito elevados: Francisco conquistou a alegria através do perfeito desapego. O que vem a seguir é o relato de um peregrino sobre o que o desapego envolveu. A história começa e termina com a morte de Francisco. Tudo nesse intervalo são lembranças e consequentemente, os incidentes são fragmentados e fora de linha contínua da narrativa. Sua unificação é, eu espero, o próprio Francisco”.
Tudo isto  está na simpática obra: 

FRANCISCO, A caminhada e o sonho, de Murray Bodo, CFFB, Petrópolis,2004. Leiam!

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