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Caros irmãos e irmãs,
Paz e Bem!

Mais uma vez, fui questionado se aspiro ser mais um Teólogo da Libertação.

Penso, como a maioria dos teólogos pensam hoje, que a Teologia da Libertação, como saber acadêmico, está superada. Ela foi fundamental em um dado momento da Igreja e da sociedade. Haja visto os documentos de Medellín, Puebla e Santo Domingo. Porém, as obras publicadas nesta época ainda são de suma importância. Autores como Gutiérrez, Leonardo Boff, Clodovis Boff, Frei Betto e outros, ainda têm uma mensagem a deixar. Ainda mais em uma sociedade chagada de tantas desigualdades.

Outrossim, penso que o que escrevo em meus textos está mais ligado à Espiritualidade Franciscana. Neste sentido, uma Teologia Franciscana. Tenho também como base as admoestações de nosso Santo Padre, o Papa Francisco. O que pretendo é uma Teologia Franciscana ou uma Teologia da Misericórdia.

Concluo acrescentando que os Teólogos da Libertação têm meu afeto e respeito. Assim como espiritualistas ao nível de Frei Raniero Cantalamessa. Todos que me trazem luz para entender Deus e Orar a Ele, tem meu afeto. Se acredito na importância do ecumenismo Intereclesial, por que não viver bem a diversidade no seio de nossa própria Igreja? Somos todos Povo de Deus, rumo ao Reino Definitivo.

Frei Abreu

 

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