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Nos Caminhos de Francisco

Seguir Jesus a exemplo de Francisco de Assis

mês

janeiro 2017

Francisco de Assis: História e Herança

 

Esta é uma obra que faltava no Brasil para ampliar ainda mais o nosso conhecimento sobre Francisco de Assis. É uma obra de vários autores, que na primeira parte mostra a História de Francisco e na segunda parte a herança de Francisco. A nova forma de vida de Francisco gradualmente se cristalizou após um período em que viveu como eremita fora de Assis, restaurando igrejas em ruínas, corrigindo seus erros, apoiando a sua vida nas escrituras. Enfim um caminho de maturidade espiritual. Vive o estilo da igreja primitiva e dos apóstolos. Era muito consciente da total presença divina, fazendo com que todo o mundo fosse um anfiteatro para o louvor ao Criador.

Seu ideal teve um grande apelo para uma ampla variedade de pessoas de várias origens, seus seguidores também onipresentes, levaram sua mensagem de penitência e renovação com força missionária. Sua Regra de Vida é uma força vital e vinculativa. Este livro concentra-se no fundador e no primeiro século da vida e do apostolado de seus primeiros discípulos. O último capítulo fala da era moderna e ao mundo do ecumenismo, ao qual Francisco é uma figura atraente.

Imperdível esta obra! Leiam: Francisco de Assis, História e Herança, Michael J.P. Robson ( Org.), Editora Santuário, Aparecida,SP,2012.

FREI VITÓRIO MAZZUCO

Uma nova Bem-Aventurança

 

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A lista é maior do que as oito elencadas nos evangelhos. Na verdade, Jesus ensina o tempo todo como conviver com o outros e como preparar hoje o céu de amanhã!

Em Mateus 25, 31-46 está claro como se ganha o céu e como se pode perdê-lo. Tudo passa pela caridade e como lidamos com os outros.

Os xingadores, gritalhões, os que adoram humilhar os outros, os eternos vencedores, os brucutus e pitbulls estão no caminho errado. Quem não trata bem os outros é um mal-aventurado!

A palavra é ALTERIDADE! Quem quer viver com autoridade, pratique o diálogo e a alteridade. Sem saber conviver com o outro, nunca seremos nós mesmos! Escolher o papel de vilão é escolher uma vida triste!

O outro ou a outra pessoa vai sentar-se no lado oposto, no sofá oposto e vai dormir no outro quarto, tudo porque vai levar chutes ou mais uma ofensa!

São Francisco orou pela graça de saber amar e saber ser amado! Há muita gente precisando desta sabedoria!

Padre Zezinho scj

O Pão Nosso

Quem de nós já não rezou a oração do “Pai nosso” na qual pedimos o pão nosso de cada dia? O pão aparece frequentemente na Bíblia com significado todo especial. Não só é o alimento, símbolo de todos os demais alimentos, mas o próprio Deus se fez pão para nós: “Jesus tomou o pão, abençoou e disse tomai e comei isto é meu corpo” (Lc 24,30).

O pão, em todas as culturas é tema central. Na vida cotidiana sentimos a importância da alimentação. Nunca se produziu tanto alimento no mundo como hoje e, no entanto, a fome continua fatal. As guerras e migrações provocadas por elas, a indústria alimentícia que visa mais o lucro que o bem estar das pessoas e o desperdício de alimentos estão entre as causas da fome no mundo.

Os Evangelhos narram a multiplicação dos pães. Uma multidão seguia Jesus. Estavam em um lugar longe das cidades, entardecia e o povo tinha fome. Os apóstolos questionam Jesus sobre o que fazer. Jesus lhes responde: “Dai-lhes vós mesmo de comer” (Mt 14,16). Eles procuram e só encontram cinco pães e dois peixinhos que alguém ali possuía e colocou à disposição. Jesus abençoa-os mandando distribuir. Todos comeram e sobrou, sendo recolhido.

Neste acontecimento há um convite para imitar Jesus realizando a multiplicação dos pães. Deus supremo doador dá à natureza condições de produzir o alimento necessário, mas confia ao ser humano a organização da produção e distribuição dos alimentos. Assim, a lição que Jesus concede na multiplicação dos pães, é a lição da solidariedade e da partilha. Onde há partilha não há fome. Jesus sinaliza neste episódio uma maneira diferente de organizar a sociedade, na qual o egoísmo e a ganância não formam o núcleo central do sistema, mas sim a vida.

É certo que Jesus disse também que nem só de pão vive o homem. Na verdade se eu tenho fome é um problema material meu, mas se meu irmão tem fome, é um problema espiritual meu. Ou seja, nós não vivemos bem só quando estamos bem alimentados, mas vivemos bem quando todos estão bem alimentados. O ser humano se alimenta do pão material, imprescindível, e do amor que faz partilhar com os outros.

Em nosso país é grande a produção de alimentos, inclusive para exportação. Mas a fome é presença constante. As campanhas desenvolvidas para contornar o problema da fome são interessantes, “quebram o galho”, mas não resolvem. O projeto popular de vida plena para todos com dignidade, ganhou o poder, mas não ganhou o Estado. Temos democracia política, mas não democracia social.

Continuamos esperando o milagre da multiplicação dos pães, que Deus espera que nós realizemos na perspectiva do Reino de Deus, e que se chama distribuição de renda. Uma justa distribuição de renda dará pão sem assistencialismo e sem criar dependências.

Artigo escrito por Dom Pedro Carlos Cipollini para o Jornal Diário do Grande Abc

Francisco de Assis e a Busca de Deus

“Nada se improvisa na vida de uma pessoa. O ser humano é sempre filho de uma época e de um ambiente, como as árvores e as plantas. Um abeto não cresce nas selvas tropicais nem um baobá nas alturas nevadas. Se um alto expoente humano surge na cadeia das gerações, podemos estar certos de que não brota de improviso como os cogumelos nas montanhas”.

“Nossa alma se recria à imagem e semelhança das ideias que gravitam ao nosso redor, e nossas raízes se alimentam, como que por osmose e sem que o percebamos, da atmosfera de ideias que nos envolve. Para sabermos quem é o ser humano, temos que olhar ao seu redor. É o que chamamos de contorno vital.
Quando entrou no mundo pela janela de sua juventude, o filho de Pedro Bernardone deparou com um quadro de luzes e sombras. As chamas da guerra e os estandartes da paz, os desejos de reforma e a sede de dinheiro, tudo estava misturado na mais contraditória fusão. Se quisermos desvelar o mistério de Francisco de Assis, pelo menos alguns segmentos, é essa a pretensão deste livro, comecemos observando o que acontece ao seu redor”.

Com estas palavras do autor, apresento esta obra indispensável: O Irmão de Assis, de  Inácio Larrañaga, Paulinas, São Paulo,2000.

FREI VITORIO MAZZUCO

Maturidade nos Relacionamentos, por Padre Fábio de Melo

Frei Chico: Poesia e Canto

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